Conheça as comissões de seleção dos Laboratórios de Criação 2018

A avaliação técnica dos 22 projetos selecionados na primeira etapa do processo seletivo dos Laboratórios de Criação 2018 será realizada por um júri formado por profissionais de larga experiência e atuação em cada linguagem artística. Três especialistas em Artes Visuais, Cinema, Dança, Música e Teatro foram convidados pelas coordenações para compor as bancas de análise dos trabalhos apresentados. A avaliação ocorrerá de 29 de março a 29 de abril e o resultado final com os selecionados para a terceira e última fase do processo será divulgado no dia 30 de abril.

Conheça os profissionais de cada comissão julgadora e suas trajetórias no campo das artes.

Laboratório de Artes Visuais

GALCIANI NEVES

Galciani Neves é professora (FAAP e UFC) e curadora. Tem mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É autora do livro “Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção”. Coordena a Escola Entrópica (Instituto Tomie Ohtake).

FRANCISCA CAPORALI

É coordenadora artística do JA.CA – Centro de Arte e Tecnologia desde sua origem, em 2010, localizado em Nova Lima, Minas Gerais. Pelo JA.CA, coordena diversos projetos desenvolvidos no centro: residências artisticas nacionais e internacionais; workshop com artistas residentes, curadores e críticos convidados; publicações, exposições e projetos de colaboração internacionais, além de desenvolver projetos autorais com os outros integrantes do coletivo, pesquisas e experimentações nas fronteiras da arte, arquitetura e design. Desde 2016 é professora da Escola de Design da UEMG.

Durante o período de 2012 a 2016 foi docente na Escola Guignard/UEMG. Integrou a equipe curatorial das duas edições do Noite Branca/Fundação Clóvis Salgado. Foi coordenadora do Programa DESEJA.CA – Extensão da Escola de Arquitetura UFMG. Mestre em Artes (MFA) Integrated Media Arts/Hunter College (Nova Iorque, 2006/10) e em Comunicação Audiovisual para Mídia Interativa MECAD (Barcelona, 2003/04).

GLEYCE KELLY HEITOR

Educadora e pesquisadora. Tem licenciatura em História (UFPE), mestrado em Museologia e Patrimônio (UNIRIO e MAST) e experiências com projetos de mediação cultural, educação e programas públicos em museus e exposições de arte. Pesquisa as relações entre os museus, a arte contemporânea e a educação; as interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro e as relações entre os museus e os movimentos sociais. Atualmente é professora assistente substituta do Departamento de Museologia da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Góias (UFG).

Na última década, foi coordenadora de educação no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (RJ), integrou a equipe de implementação da Escola do Olhar – Museu de Arte do Rio (RJ), onde foi assessora e coordenadora pedagógica, realizou estágio profissional na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (FR) e atuou como pesquisadora/educadora do Núcleo Experimental de Educação e Arte do MAM (RJ).

Foi co-curadora dos projetos Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos e O futuro da memória (Instituto Goethe). E co-organizou os livros Gilberto Freyre (Coleção Pensamento Crítico. Rio de Janeiro: Funarte, 2010), Crítica de arte em Pernambuco: escritos do século XX (Rio de Janeiro: Azougue, 2012) e O pensamento museológico de Gilberto Freyre (Recife: Editora Massangana, 2017.

Laboratório de Cinema

ARMANDO PRAÇA

Armando Praça é cineasta e sociólogo. Desde 2000, atua como diretor, roteirista, pesquisador, assistente de direção, preparador e produtor de elenco. Trabalhou com importantes e diversos diretores brasileiros como Marcelo Gomes, Sérgio Rezende, Rosemberg Cariry, Alexandre Veras, Ivo Lopes Araújo, Glauber Filho, José Araújo e Petrus Cariry. Se destacou pela realização do média-metragem A Mulher Biônica (2008), selecionado para o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, e também exibido em mais de 20 festivais, como a Mostra Internacional de Cinema Latino Americano em Toulouse e o Mecal em Barcelona. Por esse filme, recebeu prêmios de melhor filme e melhor direção.

Seu curta-metragem anterior, O Amor do Palhaço (2005), já havia sido exibido em mais de 15 festivais nacionais e internacionais e recebido 14 premiações, entre elas os prêmios de melhor filme, roteiro, direção e o Prêmio Aquisição Canal Brasil. Também roteirizou e co-dirigiu com Diogo Costa o curta metragem Já Era Tempo – Um Musical Sensual Tropical Absurdo, que faz parte do longa-metragem em episódios Praia do Futuro (2008), da Alumbramento Filmes. Com Joe Pimentel co-dirigiu o média-metragem A Invenção do Sertão (2008) para o Etnodoc. Foi também roteirista da série Bruna Surfistinha (2016), produzida pela TV Zero para o canal Fox. Realizou, ainda, o média-metragem documental Origem: Destino (2013), participante do Programa Rumos Itaú Cultural, e em 2017, finalizou as filmagens de Greta Garbo, seu primeiro longa-metragem como diretor.

HILTON LACERDA

Hilton Lacerda tem se destacado por seus trabalhos nas áreas de cinema e televisão. Iniciou sua carreira, de maneira mais efetiva, no roteiro do filme Baile Perfumado (1996, dir. Paulo Caldas e Lírio Ferreira, com quem ele divide o argumento e o roteiro). A partir desse filme, foi iniciada uma longa jornada para dentro do audiovisual brasileiro. Vieram, em seguida, roteiros de filmes de destaque como Amarelo Manga (2002, dir. Cláudio Assis), Árido Movie (2005, dir. Lírio Ferreira), Baixio das Bestas (2006, dir. Cláudio Assis), A Festa da Menina Morta (2008, dir. Matheus Nachtergaele), FilmeFobia (2009, dir. Kiko Goifman), Estamos Juntos (2011, dir. Toni Venturi), Febre do Rato (2011, dir. Cláudio Assis), Big Jato, em parceria com Anna Carolina Francisco (2015, dir. Cláudio Assis) e de Piedade, aqui o roteiro mais uma vez dividido com Anna Carolina e Dillner Gomes (2017, dir. Cláudio Assis).

Com o documentário Cartola – Música Para os Olhos assinou sua primeira direção de longa-metragem (2007, roteiro e direção em parceria com Lírio Ferreira). Com o filme Tatuagem (2013), além do roteiro, assina seu primeiro longa de ficção. Como curta-metragista, dirigiu e roteirizou ainda Simião Martiniano, O Camelô do Cinema (1997, em parceria com Clara Angélica) e A Visita (2000). Todos os filmes citados acima participaram e foram premiados em vários festivais e mostras no Brasil e no mundo, como Brasília, Gramado, Rio, São Paulo, Cannes, Berlim, Veneza, Roterdã, Bafici, Havana e muitos outros.

Como líder criativo do núcleo Moedor, Hilton iniciou um processo de desenvolvimento de roteiros e direção para séries de TV. Seu primeiro trabalho foi O Fim do Mundo (2016), onde assina criação e roteiros e divide a direção com Lírio Ferreira. Em 2017, além de dirigir alguns episódios, assina a direção geral das séries Expresso e República da Poesia. Atualmente, está finalizando a série Lama dos Dias – com direção compartilhada com Helder Aragão e os roteiros com Helder Aragão, Anna Carolina Francisco e Dillner Gomes; e começa também a pré-produzir seu próximo longa de ficção, Fim de Festa, cujas filmagens foram iniciadas no carnaval de 2018.

NINA KOPKO

Nina Kopko é formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina e atua nas áreas de montagem, roteiro e direção. Entre os seus trabalhos de destaque estão a direção assistente do filme O Silêncio do Céu (dir. Marco Dutra, 2016), a montagem do documentário Operações de Garantia da Lei e da Ordem (dir. Julia Murat, 2017) e da 2ª temporada de O Hipnotizador (canal HBO, 2017), e a assistência de direção e colaboração em roteiro do filme Guigo Offline (dir. René Guerra, 2017). Foi supervisora de desenvolvimento da produtora RT Features durante os anos de 2013 e 2015, trabalhando em projetos de Karim Aïnouz, José Eduardo Belmonte, Aly Muritiba, Gabriela Amaral Almeida, entre outros cineastas brasileiros.

Laboratório de Dança

ALEJANDRO AHMED

Alejandro Ahmed, é coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11 Cia. de Dança. Seu trabalho como coreógrafo surgiu de forma autodidata, respondendo à necessidade que possuía de integrar a maneira como pensava o mundo e a dança que experimentava. Junto ao Cena 11, promoveu o desenvolvimento de uma técnica que objetiva produzir uma dança em função do corpo. Um corpo capaz de processar melhor as ideias contidas na movimentação. Esta técnica foi nomeada de ‘percepção física’ e é um dos pontos que estrutura o trabalho de Alejandro Ahmed. Seu olhar sempre esteve voltado para os limites do corpo e as possibilidades que este propõe para a transformação do corpo do outro, sendo este ‘outro’ um espectador e/ou um cúmplice da ação a que o corpo é submetido.

ANDREA JABOR

Andrea Jabor é artista coreógrafa, bailarina e diretora.Tem Graduação em dança pela “School for New Dance Development” (Amsterdam/ Holanda); especialização pelo “Laban Centre”(Londres) e pós-graduação pela UniverCidade (Rio de Janeiro). Em 1999 fundou a companhia Arquitetura do Movimento (https://arquiteturadomovimento.wordpress.com) junto com o artista Ricky Seabra, e juntos criaram mais de 10 espetáculos premiados e realizaram circulação Nacional e Internacional.​ Seu espetáculo solo mais recente “A Rainha e o Lugar” foi contemplado com o premio Klauss Vianna/2013.

Atua também como diretora de movimento e preparadora corporal, para o teatro, cinema e educação desde 2001. Trabalhou em peças premiadas e indicadas ao Premio Shell como Ensaio.Hamlet, Nada de Pânico e Quarttet. No cinema fez as coreografias e preparação de elenco para o filme A Suprema Felicidade de Arnaldo Jabor. Espetáculos recentes incluem: A Rainha (3+) que esteve na Bélgica em 2018, “Arquitetura do Samba” espetáculo da cia. que esteve no Holland Dance Festival 2014 (Haia); Direção de movimento dos shows do Monobloco 2013; assistente de direção do Sarau do Carlinhos Brown 2014: assistência de direção para a exposição “Essas Associações” do artista premiado na Bienal de Veneza Tino Sehgal no CCBB Rio (2014), entre outros.

Também atua na área de Curadoria em Dança. Foi curadora por 2 vezes dos editais de dança da SECULT/ ES e do Premio Klauss Vianna de Dança. Realizou curadoria de Dança do Festival X Tudo Cultural Sesi (em 2011 e 2012) e do Festival Brasil em Caracas nos anos 90. Nos últimos dois anos tem trabalhado em parceria com Lydia Hortélio em projetos para a primeira infância que valorizam a Cultura da Criança e tem viajado com as peças “A Rainha e o Lugar” e “A Rainha: Experiências Extraordinárias para a Primeira Infância.”

GILSAMARA MOURA

Gilsamara Moura é graduada em Letras (Português-Francês-Grego) pela Unesp/Araraquara. Mestrado e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Foi bolsista da Fundação Vitae como coreógrafa residente no American Dance Festival (1998). Apresentou-se na Alemanha, Argentina, Colômbia, França, Equador, EUA, México, Peru, Uruguai, Venezuela, Paraguai e Costa Rica. Foi Presidente da FUNDART de 2001 a 2004. Idealizou, implantou e foi gerente da Escola Municipal de Dança “Iracema Nogueira” (de 2003 a 2008).

Recebeu os Prêmios En-Cena Brasil/2002, Caravana FUNARTE 2004-2005, Klauss Vianna de Dança (2007), Interações Estéticas (2010) do Minc, ArteTodoDia (Prefeitura de Salvador – 2015). Palestrante convidada no MOVE Berlim 2007 (Alemanha). Coreógrafa residente no IPL, em 2008, em Lima-Peru. Co-realizadora do FRONTEIRAS, sob coordenação de Khosro Adibi. Idealizadora dos projetos Escola Municipal De Dança Iracema Nogueira, Diálogo Mestiço e Gestus Cidadãos.

Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Dança e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, ambos da UFBA. Foi vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA (gestão 2011-2015). Professora Adjunta IV da Escola de Dança da UFBA. Membro da ANDA (Associação Nacional de Pesquisadores em Dança). Membro das Câmaras Básicas de Assessoramento e Avaliação Técnica da FAPESB até 2015. Professora convidada do IMPULSTANZ- Viena entre 2012 e 2014.

Coordenou o Projeto de Pesquisa “Human Connection Project/ Dança UFBA”, sob coordenação de Christine Greiner e Cecília Saito e Harvard University, sob supervisão do PhD Shigesima Kuruyama. Foi coordenadora artística da Escola de Dança da UFBA (2013 a 2017). Voluntária no Projeto SAMBALAGADOS, do Espaço Cultural Alagados (Salvador-BA). Dirige o Grupo Gestus, criado em 1990 em Araraquara-SP e hoje com núcleo também em Salvador. Coordena o Festival Internacional de Dança de Araraquara/SP e Festival Boi Estrela de Igatu/Chapada Diamantina/Bahia.

Laboratório de Música

CLÁUDIA ASSEF

Publisher do Music Non Stop, Claudia é sócia fundadora do Women’s Music Event, plataforma de música, negócios e tecnologia voltada ao protagonismo da mulher no mercado da música, que se desdobra em conferência (Women’s Music Evento) e premiação (Women’s Music Event Awards by VEVO). O primeiro WME aconteceu em São Paulo em março de 2017, reunindo mais de 1.500 pessoas entre painéis de debate, workshop e shows.

Também em 2017 lançou segundo livro, Ondas Tropicais, biografia da DJ Sonia Abreu, primeira discotecária do Brasil (Editora Matrix) e o primeiro, Todo DJ Já Sambou, chegou à quarta edição após bem-sucedida campanha no Catarse, com 80 novas páginas e quatro capas diferentes pela editora Music Non Stop.

Formada em jornalismo em 1996, Claudia já passou pelos jornais Folha da Tarde, a sucursal paulistana do jornal Correio Braziliense e Folha de S. Paulo, onde atuou como correspondente em Paris. De volta ao Brasil, em 2001, Claudia estreou como DJ. Já esteve à frente de programas de rádio e também editou diversas revistas de música e cultura eletrônica como “Volume01”, da editora Abril, e a independente “Beatz”.

DÉLIA FISCHER

Compositora, cantora, pianista e arranjadora, a carioca Delia Fischer lançou-se profissionalmente com o grupo ‘Duo Fenix’, formado por Delia e Claudio Dauelsberg. Com o grupo, participou dos festivais ‘Montreaux Jazz Festival’ e ‘Sofia Jazz Festival’, na Bulgária; e no ‘New Morning’, em Paris. Em 1999 lançou seu primeiro álbum solo ‘Antonio’ com o selo alemão ‘Carmo/ECM Records’ de Egberto Gismonti.

Delia possui, ainda, um extenso currículo em workshops de harmonia e improvisação pelo Brasil e exterior, além de atuação intensa nos maiores musicais brasileiros. Integrou diversos elencos desde atuação até os arranjos para se firmar, em 2012, como diretora musical. Com Claudio e Möeller integrou o elenco de ‘Milton nascimento – Nada será como antes’, pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Teatro na categoria ‘Música’ pelos arranjos deste espetáculo. Foi vencedora do Prêmio Cenym 2013 na categoria ‘Melhor trilha sonora’ e ‘Melhor canção’ pelo mesmo trabalho.

Em 2014 assinou a direção musical de “Chacrinha, O Musical” com direção de Andrucha Waddington e texto de Pedro Bial No mesmo ano foi vencedora do ‘Prêmio Cesgranrio de Teatro’ na categoria ‘Melhor Direção Musical por ‘Elis – A Musical”, dirigido por Dennis Carvalho com texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade. Também ganhou o Anual ‘Prêmio Cenym’ 2014 na categoria “Melhor trilha sonora’ e ‘melhor canção’ por ‘Elis – A Musical’.

Em 2017, Delia fez, em parceria com o compositor Ronaldo Bastos e a partir de poema de Carlos Drummond de Andrade, a canção ‘Tempo de Amar”, da abertura da novela homônima das seis na rede Globo. Música feita especialmente para a voz de Milton Nascimento.

DOMENICO LANCELLOTTI

Cantor, compositor, violonista, percussionista e baterista brasileiro. Domenico tem ascendência italiana. Filho do compositor e cantor Ivor Lancellotti, cresceu influenciado pelo ritmo do samba. Tem colaborado com vários artistas como o Quarteto em Cy, Daniel Jobim, Caetano Veloso, Fernanda Abreu e Adriana Calcanhotto.

Nos anos noventa formou uma banda de rock experimental chamada ‘Mulheres Q Dizem Sim’. Nesse período conheceu Moreno Veloso e Alexandre Kassin, que se converteram imediatamente nos seus melhores amigos e com quem começou a trabalhar.

Atualmente participa de vários projetos, nomeadamente Os Ritmistas (NR/Dubas) com Stephane San Juan e Dany Roland, Orquestra Imperial, com Berna Ceppas e Kassin, e +2 com Moreno e Kassin. Já lançou dois álbuns solo de estúdio: “Cine Privê” (2011) e “Serra dos Órgãos” (2017).

Laboratório de Teatro

ADRIANA SCHNEIDER ALCURE

Atriz, diretora e pesquisadora teatral. Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena ECO/UFRJ. Formada em Comunicação Social – Jornalismo – PUC-RJ. Mestre em Teatro PPGAC-UNIRIO e Doutora em Antropologia PPGSA/IFCS/UFRJ, com bolsa de sanduíche DAAD/CNPq na FU-Berlin. Realizou Pós-Doutorado, PPGAC-UNIRIO.
Dirigiu com Rodrigo Savastano os documentários para o registro como patrimônio imaterial pelo IPHAN do Teatro Popular de Bonecos do NE: Mamulengo – PE, João Redondo – RN; Babau – PB e Casimiro Coco – CE. Integrante da equipe de direção da residência do Teatro de Laje e do Coletivo Bonobando na Arena Carioca Dicró. Fez a direção e conduziu a metodologia de dramaturgia de CIDADE CORRERIA, com o Coletivo Bonobando.

Dirigiu e conduziu a metodologia de dramaturgia em JONGO MAMULENGO, espetáculo infanto-juvenil com o Coletivo Bonobando, o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá. Atriz em CRÔNICAS DE NUESTRA AMÉRICA, de Augusto Boal, direção de Gustavo Guenzburger. Diretora e dramaturga de INAPTOS? A QUE SE DESTINAM, Teatro de Anônimo. Dirigiu POERIA, de Dado Amaral. Desde 2001 integra o Grupo Pedras de Teatro, atuou em RESTIN; diretora e dramaturga em O MURO; diretora e atriz em O REINO DO MAR SEM FIM; atriz e dramaturga em EMBALAR. É brincante do Boi Cascudo, brinquedo popular inspirado na tradição do boi. Participou como atriz convidada no espetáculo “Pessoas”, direção de Susanna Kruger. Em 2015, participou do estágio The March, de danças africanas e contemporâneas na Ecole des Sables, em Toubab Dialaw, Senegal.

CERONHA PONTES

Formada em Filosofia e Teatro pelas Universidades Estadual e Federal do Ceará, tendo ainda cursado o Colégio de Direção Teatral, do Instituto Dragão do Mar, também naquele Estado. Estagiou no Centro de Pesquisas Teatrais, em São Paulo, com o Diretor Antunes Filho. Entre os seus trabalhos no teatro, Os Iks, de Peter Brook, com direção de Celso Nunes; Uma Branca sombra Pálida; Camille Claudel, de sua autoria e direção; Minha Irmã, de Marcos Barbosa, direção de Pedro Domingues.

Radicada em Pernambuco, integrante do Coletivo Angu de Teatro, onde participa, entre outras, da peça Essa Febre que Não Passa, de Luce Pereira, direção de André Brasileiro e Marcondes Lima, Prêmio APACEPE de Melhor Atriz/2012. Em 2017 dirigiu o espetáculo Machuca, da Trupe ensaia aqui e acolá, Recife-PE.

No cinema destacamos Lua Cambará, de Rosemberg Cariry e A Mulher Biônica, de Armando Praça (Melhor Atriz pelo CINE Ceará/2008), Elogio do Tremor, de André Valença, Big Jato, de Cláudio Assis e a comédia Lucicreide vai pra Marte de Rodrigo César, ainda inédita.

CHICO PELÚCIO

Integrante do Grupo Galpão há 35 anos. Ator, diretor, iluminador teatral e gestor cultural . Além do Galpão, já dirigiu e ajudou a fundar outras companhias de teatro em BH, Rio de Janeiro e São Paulo. Atuou em vários filmes. Dirigiu três documentários (dois curtas e um longa metragem). Fundou em 1998 o Centro Cultural Galpão Cine Horto onde até hoje desempenha a função de coordenador geral. Foi Presidente da Fundação Clóvis Salgado de Belo Horizonte em 2005 e 2006.