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Lab.de Criação 2017 bate recorde de inscrições


O Porto Iracema das Artes encerrou, no último domingo (27), as inscrições para os seus Laboratórios de Criação de 2017. O processo seletivo recebeu 346 inscrições de proponentes online, número que supera o ano passado, quando foram realizadas 239 inscrições. Os projetos inscritos para os Laboratórios de Artes Visuais, Audiovisual Ceará e Nordeste, Dança, Música e Teatro passarão agora para a etapa de análise de documentação, e no dia 31 de março será anunciada a lista dos deferidos no site da Escola.
A partir do dia 8 de abril os projetos deferidos serão analisados pelas comissões de seleção, que vão escolher os trabalhos selecionados para a última etapa, a análise presencial, com entrevistas e audições entre os dias 15 e 18 de maio. O Laboratório de Música terá sua audição no Anfiteatro do Dragão do Mar nos dias 17 e 18 de maio, com 12 shows abertos ao público. Os demais laboratórios terão suas entrevistas realizadas na própria escola.
O grande número de projetos inscritos reafirma a condição de excelência da Escola Porto Iracema das Artes e referenda sua proposta singular no desenvolvimento do campo artístico do Estado, com incentivo à formação também de roteiristas no nordeste.

Conheça abaixo as comissões de seleção por linguagem:

LABORATÓRIO DE ARTES VISUAIS

Diego Moreira Matos

É pesquisador, curador e professor. Mestre (2009) e doutor (2014) pela FAU-USP, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (2004). Atualmente é um dos curadores do 20º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (2017) e leciona no Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP. Foi assistente de curadoria e editor do website da 29ª Bienal de São Paulo (2010); membro do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake (2011 – 2013); curador assistente do 18º Festival Sesc_Videobrasil; curador das exposições Da Próxima Vez Eu Fazia Tudo Diferente (Pivô, 2012) e Quem nasce pra aventura não toma outro rumo (Paço das Artes, 19o Festival Sesc_Videobrasil, 2015), entre outros trabalhos. Foi também coordenador de Acervo e Pesquisa da Associação Cultural Videobrasil (2014 – 2016). Em âmbito geral, realizou curadorias de artistas brasileiros e atuou nos mais diversos centros de ensino de arte em São Paulo, tendo participado de diversos júris, processos seletivos de artistas, seminários e debates. Vive e trabalha em São Paulo.
Samantha Moreira

Artista, curadora e gestora cultural. Fundadora e coordenadora do Ateliê Aberto – Campinas (SP) desde 1997, e do CHÃO espaço intencional em São Luís (MA), desde 2015. Foi idealizadora, curadora e organizadora de projetos premiados em editais públicos e de exposições da Funarte, ProAc, Centro Cultural Banco do Brasil, em Museus de Arte Contemporânea, unidades do SESC, entre outras instituições. Integra a comissão de seleção e premiação do Prêmio Foco – ArtRio 2016, da 5a edição do Prêmio CNI- SESI Marcantônio Vilaça para as Artes Plásticas em 2015 e em diversos salões nacionais. Participou de exposições como 32º Panorama da Arte Brasileira no MAM São Paulo, Rumos Artes Visuais Itaú Cultural em 2007. Atua juntamente com espaços independentes parceiros no Brasil e no exterior. De 2005 a 2011 é responsável pela gestão de projetos voltados à mobilidade urbana a partir de conceitos de arte, cultura e cidadania na Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas.

Waléria Américo

É artista visual. Suas experimentações artísticas põem em tensão questões que permeiam o corpo e o entorno, a arquitetura e a paisagem, abrindo novas perspectivas de orientação espaço-temporal, que no entanto nunca se deixam fixar. Trabalha majoritariamente com registros fotográficos ou em vídeo, muitas vezes de performances que terminam por integrar instalações, também passando pelo objeto, desenho e experimentações sonoras. Realizou exposições individuais no Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza (2008); e na Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro (2012); além de ter participado do Fuso – Festival de Videoarte no Maat, Lisboa (2016); 19o Festival de Arte Contemporânea Sesc Vídeo Brasil, São Paulo (2015); Frestas Trienal de Arte, São Paulo (2014); Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2007); da Bolsa Pampulha, Belo Horizonte (2005 e 2006); e Rumos Visuais, Itaú Cultural, São Paulo (2005 e 2006). Recebeu o Prêmio Illy Sustain Art Brasil, SP Arte, São Paulo (2013) e Prêmio Residência Artística no Exterior do Itamaraty, Fundación ACE, Argentina (2014).
É mestre em Arte Multimedia – Performance & Instalação pela Universidade de Lisboa e graduada em Artes Visuais pela Faculdade da Grande Fortaleza, com especialização em Audiovisual e Mídias Eletrônicas pela Universidade Federal do Ceará.

LABORATÓRIO DE DANÇA

Dudude Herrmann (MG)

Nascida em Muriaé (Zona da mata Mineira), mudou-se para Belo Horizonte logo cedo. Estudou dança no espaço especial nos anos 70 o TransForma Centro de Dança Contemporânea, desde então não parou mais. Atuante como bailarina, coreógrafa, professora, diretora de espetáculos, improvisadora, desorganizadora de hábitos e espaços sensíveis, performer e outros desdobramentos que a habilidade com o dançar proporciona.

Flávio Sampaio (CE)

Envolvido com a dança desde os anos 1970, acumula 45 anos de experiências no palco e 30 anos no ensino da dança. Autor dos livros: “Ballet Essencial” e “Balé Passo a Passo”, sobre o ensino da dança clássica e coautor dos livros: “Ceará de Corpo e Alma” e “Lições de Dança”. Idealizador do “Projeto Dançar Paracuru”, que reúne a Escola de Dança de Paracuru, a Mostra Paracuru de Dança e a Paracuru Cia. de Dança. Consultor Artístico do Ministério da Cultura de Cabo Verde para a implantação do Cabo Verde Ballet Nacional e a Escola Nacional de Dança de Cabo Verde. Recebeu da Fundação Itaú Cultural o premio Rumos Educação 2011\2012.

Adriana Gehres

Professora Adjunta da Universidade de Pernambuco. Pesquisadora do Grupo Ethnos – ESEF-UPE e pesquisadora colaboradora do Instituto de Etnomusicologia – Música e Dança – INET-MD – Portugal. Assessora de dança da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco de 2014 a 2015. Diretora do Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Teatro Apolo Hermilo no período de 2002 a 2005. Coordenadora Geral do Festival de Dança do Recife no período de 2003 a 2005. Produtora independente na área de dança.

 

LABORATÓRIO DE MÚSICA
Ana Garcia

Com formação em comunicação e atuação há mais de dez anos em produção cultural, a pernambucana Ana Garcia é a organizadora do festival No Ar Coquetel Molotov, que existe desde 2004 no Recife e que já realizou edições em Salvador, Belo Jardim e Belo Horizonte. Atua desde 2006 na produção executiva do Festival Virtuosi no Recife e suas ramificações que ocorrem em Garanhuns, Gravatá e Belo Jardim, no interior de Pernambuco. Coordena semanalmente o projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, que é realizado no Museu do Estado de Pernambuco há sete anos com apresentações musicais diversas. Entre suas outras realizações estão a produção do Palco Red Bull durante o SonarSP, o projeto Aurora Eco Fashion e a série de turnês do projeto Invasão Sueca. Já produziu diversas turnês de artistas estrangeiros como Ibeyi, Sebastian Tellier, Dinosaur Jr., Teenage Fanclub e brasileiros como Thiago Pethit, A Banda de Joseph Tourton, Barro e outros.

Cacá Machado

Compositor, violonista e produtor musical. Professor do Departamento de Música do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Foi pesquisador/professor visitante no Departamento de Música da Columbia University (NYC, 2014), do departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP, 2010-2014) e professor na graduação e pós-graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Anhembi Morumbi. Graduou-se em História, doutorou-se em Literatura Brasileira e desenvolveu pesquisa de pós-doutorado na área de história, música e cultura digital sempre na FFLCH-USP. Foi diretor do Centro de Estudos Musicais do Auditório Ibirapuera (SP), e diretor do Centro de Música da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE) do Ministério de Cultura (2008 e 2010). Como curador criou, em parceria com José Miguel Wisnik e Vadim Nikitin, as exposições O culpado de tudo: Oswald de Andrade (2011) e Machado de Assis, mas este capítulo não é sério (2008), ambas para o Museu da Língua Portuguesa (SP). Ali também criou com Arthur Nestrovski e José Miguel Wisnik a exposição permanente Praça da língua (2006). Foi curador musical das exposições 50 anos do Teatro de Arena (SP, Instituto Tomie Ohtake, 2005) e Ressonâncias de Brasil (Santillana Del Mar/Espanha, Torre de Dom Borja, 2002) e assistente de curadoria musical da exposição BRASIL 1920-1950: De la Antropofagia a Brasilia (Valência, Espanha, 2000/2001). Em 1994 foi premiado em 1º lugar, na categoria “Composição Popular”, do Concurso Nascente IV (Abril Cultural/USP). Criador de trilhas para TV (série O Valor do amanhã para o Fantástico/Globo, 2007, entre outros), cinema (O Risco – Lúcio Costa e a utopia moderna, documentário longa-metragem, 2002, entre outros) e teatro (Um bonde chamado desejo, dir. Cibele Forjaz, 2001, entre outras). Produtor musical dos CDs Jobim Violão (Biscoito Fino/Gaia Discos, 2007) e Tudo que gira parece a felicidade (Gaia Discos, 2008), ambos de Arthur Nestrovski. Em 2006 criou e dirigiu o espetáculo musical Um minuto de silêncio, com Vadim Nikitin, no Centro Experimental de Música do Sesc Consolação. Em 2013 lançou eslavosamba (YB Music/Circus), seu primeiro CD/LP autoral de canções. É autor dos livros O enigma do homem célebre: ambição e vocação de Ernesto Nazareth (SP, Instituto Moreira Salles, 2007), Tom Jobim (SP, Publifolha, 2008) e organizador da edição Todo Nazareth: obras completas (SP, Água-forte, 2011), entre outros artigos e ensaios.

Marcus Preto


Jornalista e produtor musical. Dirigiu o disco Estratosférica, de Gal Costa, pelo qual recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção Artística de 2015.Como jornalista, cobre música brasileira desde 2001. Trabalhou para revistas como “Rolling Stone”, “Bravo!”, “MTV”, “Época”, “Trip”, “Tpm” e “Simples?”. Entre 2009 e 2012, foi crítico e repórter musical do jornal “Folha de S.Paulo”. Desde 2013, ancora o projeto Trampolim, em que entrevista nomes da MPB diante de plateia. Passaram por lá artistas de todos os gêneros e gerações, como João Bosco, Moraes Moreira, Elba Ramalho, Marina Lima, Maria Gadú, Marcos Valle, Clarice Falcão, Mart’nália. Em 2017, o projeto segue a quarta temporada. Em 2007, criou o precursor Música de Bolso, site que produziu e publicou quase 400 vídeos inéditos de artistas brasileiros tocando ao vivo em lugares inusitados. Em 2013 e 2014, escreveu e apresentou o programa de rádio Com a Boca no Mundo, na Oi FM, dedicado à música brasileira. Nos mesmos anos, foi curador da Virada Cultural de São Paulo. Em 2016, passou a integrar a equipe de curadoria do Festival Coala, em São Paulo. Em 2013, fez seu primeiro trabalho como diretor artístico: o EP Tribunal do Feicebuqui, de Tom Zé. Com participação de Emicida e das bandas O Terno, Trupe Chá de Boldo e Filarmônica de Pasárgada, o disco ficou entre os mais baixados no ano e ganhou edição em vinil. Ainda em 2013, dirigiu o álbum Coitadinha Bem Feito, com 17 novas vozes masculinas da música brasileira interpretando canções de Ângela Ro Ro. Duas dessas faixas, Amor, meu Grande Amor (por Lucas Santtana) e Não Há Cabeça (por Pélico), entraram em trilhas de novelas da Globo. Nos anos seguintes, outros 4 álbuns: 1) Animal (2014), o solo de Adriano Cintra, em parcerias com Guilherme Arantes, Gaby Amarantos, Odair José, Alice Caymmi, Kiko Dinucci e outros nomes. 2) Vira Lata na Via Láctea (2014), de Tom Zé, com participações de Caetano Veloso, Milton Nascimento e Criolo. 3) Prisioneira do Amor (2015), da cantora Andreia Dias, em reinterpretações da fase psicodélica de Rita Lee. 4) Estratosférica (2015), de Gal Costa, apenas com inéditas de nomes como Criolo, Milton Nascimento, Mallu Magalhães, Caetano Veloso, Marcelo Camelo e João Donato. Em 2013, produziu a caixa de CDs Quatro Tons de Odair José (Universal Music). Nos palcos, dirigiu os três espetáculos mais recentes de Gal Costa: Espelho d’Água (2014), Ela Disse-me Assim (2015), com repertório de Lupicínio Rodrigues, e Estratosférica (2015). Também dirigiu Silva Canta Marisa (2016), show em que o cantor Silva interpreta repertório de Marisa Monte. E mais recente concerto de voz, violão e contrabaixo de Ana Cañas, Mulhergaláxia (2017). Além de shows coletivos com nomes como Jards Macalé, Walter Franco, Guilherme Arantes, Otto, Lira e outros. Em fase de produção, dirige os próximos discos de veteranos Gal Costa, Paulo Miklos e Wanderléa; e dos jovens Mallu Magalhães, Thalma de Freitas, Ana Cañas e César Lacerda. Todos têm previsão de lançamento para 2017.

LABORATÓRIO DE TEATRO

Daiane Dordete 
Doutora e Mestre em Teatro pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela FAP – Faculdade de Artes do Paraná. Professora Adjunta II do Departamento de Artes Cênicas da Udesc na área de voz/interpretação. É atriz, diretora, dramaturga, contadora de histórias e poeta. Atualmente pesquisa nas áreas de voz, atuação, performance e teatro performativo.

Thereza Rocha 


Pesquisadora de dança, diretora de espetáculos e dramaturgista de processos de criação. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Professora dos cursos de graduação em dança da Universidade Federal do Ceará. Co-autora da instalação Máquina de Dançar, junto com Maria Alice Poppe e do livro Diálogo/Dança (Senac), ao lado de Marcia Tiburi. Publicou recentemente o livro O que é dança contemporânea? (Rumos Itaú Cultural e Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna).
Valmir Santos 


Jornalista e crítico de teatro. Idealizador e co-editor do site Teatrojornal – Leituras de Cena (2010). De 1992 para cá, publicou em veículos como Folha de S.Paulo, Valor Econômico, Bravo! e O Diário de Mogi. Cobriu festivais no Brasil e no exterior. Escreveu capítulo de relato histórico no livro O Tapa no Arena: repertório em imagens (2015). Autor de Teatro Faap: a história em cena (2010), Aos que virão depois de nós – Kassandra in process: o desassombro da utopia (2005) e Riso em cena – os dez anos de estrada dos Parlapatões (2002). Mestre em artes cênicas pela USP. Assinou curadoria ou consultoria para mostras/festivais em Recife, João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo.

LABORATÓRIO DE AUDIOVISUAL

Karim Aïnouz

É diretor de cinema e artista visual. Filmou, em Fortaleza e Berlim, Praia do Futuro, seu longa metragem mais recente que teve estreia mundial em 2014 na Competição do 64° Festival de Berlim. No mesmo ano estreou na seção Berlinale Special o filme Cathedrals of Culture, um projeto de filme em 3D que explora como seis edifícios significativos e diferentes refletem nossa cultura, com Wim Wenders como produtor executivo e Aïnouz como um dos diretores. Dirigiu ainda Madame Satã (2002), O Céu de Suely (2006), O Abismo Prateado (2011) e co-dirigiu, com Marcelo Gomes, Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo (2009). Seus custas-metragens e instalações foram exibidos em diversos espaços como o Whitney Museum of American Art, Bienal de São Paulo,Temporäre Kunsthalle Berlin, Festival Videobrasil e Bienal de Sharjah. Em 2012 foi convidado para integrar o jury do Festival de Cannes para a Cinéfondation e Competição de Curtas-metragens e integrou o projeto Catedrais da Cultura, um projeto de filme 3D que estreou no 64° Festival de Berlim na seção Berlinale Special.

Sérgio Machado

Nasceu em Salvador, em 1968. É formado em Jornalismo e começou a carreira no cinema com a direção de dois documentários em vídeo: “Bagunçaço” e “Três Canções Indianas”, realizados durante uma viagem de intercâmbio à Índia. Foi assistente de direção em “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, e em “O Primeiro Dia” (2000), de Walter Salles e Daniela Thomas. Foi ainda diretor-assistente e corroteirista no filme “Abril Despedaçado” (2001), também de Walter Salles. Em 2001, estreou na direção de longa-metragem com o filme “Onde a Terra Acaba”, eleito melhor documentário no Festival do Rio e nos festivais de Havana, em Cuba, e Biarritz, na França. Seu primeiro longa-metragem de ficção, “Cidade Baixa”, foi selecionado para a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes de 2005, sendo ainda vencedor dos prêmios de melhor filme e melhor atriz (Alice Braga) no Festival do Rio. O trabalho recebeu ainda troféu especial pela atuação dos três protagonistas no Festival de Miami. Em 2002, Sérgio codirigiu com Maurício Farias, para a TV Globo, a minissérie “Os Pastores da Noite”, baseada na obra de Jorge Amado. Também roteirizou filmes como “Madame Satã” (2002), em parceria com Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.
Marcelo Gomes 

Nasceu em Recife, Pernambuco. Seu primeiro longa, Cinema Aspirinas e Urubus, participou do Festival de Cannes em 2005 onde ganhou o Prêmio do Ministério da Educação da França. O filme recebeu mais de 50 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Em 2009 lança, no festival de Veneza, seu segundo longa Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, co-dirigido com Karim Ainouz. Seu terceiro longa, Era uma vez eu, Verônica, teve sua estréia no festival de Toronto de 2012 e premiação em festivais como San Sebastian, Brasília, Havana e Guadalajara. O Homem das Multidões, co-dirigido com Cao Guimarães, participou da sessão Panorama do Festival de Berlim de 2014 e recebeu prêmios em festivais como Rio de Janeiro e Toulouse, na França.