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Laboratório de Artes Visuais

Laboratório de Artes Visuais

O Laboratório de Artes Visuais tem como objetivo aprofundar conhecimentos e experiências teóricas e práticas no campo das artes visuais, fomentando o debate estético e crítico, na perspectiva da inovação de linguagem. Poderão participar projetos nas diversas investigações visuais (fotografia, pintura, gravura, escultura, videoarte, instalação, quadrinhos, videomapping, performance etc.). Nessa edição serão selecionados até 03 (três) projetos em poéticas – pesquisa prática na qual o artista investiga seu próprio processo criativo – e até 01 (um) em pesquisa teórica – na qual se investiga a produção artística cearense, escolhendo um artista ou um período
histórico.

Coordenador: Bitu Cassundé

Bitu CassundéCarlos Eduardo Bitu Cassundé é curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, Brasil) e coordenador do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes (Fortaleza, Brasil). Mestre pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, foi curador assistente e coordenador de pesquisa no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, 1998 a 2007), integrou a equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (São Paulo, 2008 a 2009) e dirigiu o Museu Murillo La Greca (Recife, 2009 a 2011). Seus últimos projetos curatoriais foram: Leonilson – Sob o Peso dos Meus Amores, no Itaú Cultural (São Paulo, 2011) e na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, 2012); Metrô de Superfície, no Paço das Artes (São Paulo, 2012); Metrô de Superfície II, no Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013); Rotas: Desvios e Outros Ciclos, Leonilson Inflamável e Carneiro, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, 2013/2014); e Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos (Museu Vale/ES, 2014). Integrou diversos júris pelo país, dentre eles o de premiação CNI SESI Marcantonio Vilaça (2011/12). Com Clarissa Diniz formou a coleção contemporânea do Centro Cultural Banco do Nordeste, vinculado ao projeto Metrô de Superfície. Em 2015, participou da 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça, da equipe curatorial do 19º Festival Videobrasil e do Arte Pará. Em 2016, foi um dos curadores do projeto RS Contemporâneo  do Santander Cultural/Porto Alegre. Vive e trabalha em Fortaleza, Brasil.

 

Projetos em Desenvolvimento

//2016

Da intervenção à interface: um estudo comparativo entre ações de coletivos da década de 1980 e da contemporaneidade em Fortaleza

Resumo: O projeto investiga a forma com que grupos de artistas contemporâneos apropriam-se de territórios informacionais e reconfiguram práticas sócio-comunicacionais na cidade de Fortaleza, estabelecendo um paralelo estético, temporal, social e político com grupos que atuaram na capital cearense na década de 1980. Compreendemos território informacional como áreas de controle de fluxo informacional digital em uma zona de interseção entre o ciberespaço e o espaço urbano.

Cluadio_BuenoTutor: Cláudio Bueno

É artista visual e professor, doutor em Artes Visuais pela ECA-USP, 2015. Suas práticas se desdobram a partir da experiência do corpo e seus atravessamentos pelos espaços, relações e tecnologias. Participou de exposições e residências nacionais e internacionais, como “Videobrasil em Contexto”, 2012, “Where the streets have no name”, Hessel Museum of Art/CCS Bard (Nova York); entre outras. Realizou falas públicas em galerias e espaços culturais como Whitechapel Gallery (Londres), Humboldt-Universität (Berlim) e diversas universidades brasileiras. Recebeu prêmios como Menção Honrosa no Prix Ars Electronica (Linz), Rumos Arte Cibernética (São Paulo). Atualmente integra O grupo inteiro, com o qual participa da mostra “Playgrounds 2016”, no MASP; e realiza o projeto Intervalo-Escola, junto com Tainá Azeredo.

Artistas pesquisadores:

Allan Diniz e Cecília Andrade 

Sombra do tempo

Resumo: O proposta analisará a atividade pesqueira dos jangadeiros que vivem e trabalham na comunidade do Titanzinho em Fortaleza-CE, refletindo sobre as construções em torno do imaginário do jangadeiro, num diálogo com as imagens capturadas dos pescadores nos dias de hoje. A pesquisa trabalhará numa perspectiva da etnografia sensorial, utilizando-se de recursos audiovisuais, para compreensão das dinâmicas da comunidade pesqueira, que ainda resiste no contexto de uma grande cidade.


Lab_ARTES-VISUAIS_MARIA_HELENATutora:
Maria Helena Bernardes

É artista plástica e professora de História e Teoria da Arte na Arena, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Com André Severo, criou o Projeto Areal no ano 2000, no qual desenvolve seu trabalho artístico e mantém a série de livros “Documento Areal”, pela qual publicou “Vaga em Campo de Rejeito” (em coautoria com André Severo), “Histórias de Península” e “Praia Grande/Arranco, Dilúvio e Ensaio”.

Artistas pesquisadores:

Naiana Magalhães e Cecília Shiki

Ouro Branco

Resumo: Ouro branco é uma pesquisa sobre o Ciclo do Algodão, que se desenvolveu do século XIX até meados do séc. XX, no estado do Ceará. A pesquisa, que vem sendo desenvolvida de forma autônoma nos últimos meses, propõe aprofundar questões como corpo, história, gênero, memória, linha, traço, ruína e tempo, a partir de relatos orais, narrativas ficcionais e dramaturgias femininas acerca do referido período histórico e econômico do estado.


Lab_ARTES-VISUAIS_EDITH_DERDYK (1)Tutora:
Edith Derdyk

Tem realizado exposições coletivas e individuais desde 1981 no Brasil (Museu de Arte Moderna- SP e RJ; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil-RJ; Museu de Arte de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, entre outras) e no exterior (México, EUA, Alemanha, Dinamarca, Colômbia, Espanha, França). Ministra aulas e palestras sobre desenho, livro de artista e processos poéticos em instituições, tais como Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural o_barco, Casa Contemporânea e outros. Atualmente coordena o projeto Bagagem: caminhada como prática poética, encontros imersivos envolvendo várias linguagens e medias (desenho, escrita, fotografia, livro de artista, performance e outros).

Artistas pesquisadoras:  

Simone Barreto e Joice Nunes

Violência Simbólica

Resumo: Através de uma pesquisa que discute questões como gênero e identidade, o projeto visa construir uma nova sintaxe para a imagem, por meio de fotografias, colagens e intervenções urbanas. Utiliza como espaço de investigação a cidade de Icó, na Região Centro-Sul do Ceará, e o embate que essa produção contemporânea provoca com o lugar de tradição marcadamente religiosa.

Pablo Lafuente - Retratos da equipe de curadores da 31a Bienal de São Paulo; Charles Esche, Pablo Lafuente, Galit Eilat e Nuria Enguita Mayo - 02/12/2013 - São Paulo - © Sofia Colucci / Fundação Bienal

Tutor: Pablo Lafuente

É um curador, escritor e professor que mora em São Paulo e Porto Seguro, onde é professor visitante na UFSB. Foi co-curador da 31a Bienal de São Paulo (2014) e curador de ‘A Singular Form’ (Secession, Viena, 2014). Foi co-autor, com Ines Doujak e Alessandro Marques, da exposição ‘Sans peau/No Skin’, apresentada na SBC Galerie em Montreal em 2016. Até 2013 trabalhou como editor de Afterall, professor em Central Saint Martins, Londres, e curador na Office for Contemporary Art Norway, Oslo. Organizou, entre outros, os livros Whatever Happened to Sex in Scandinavia? (2012, com Marta Kuzma) e Cultural Anthropophagy: 24th Bienal de São Paulo 1998 (2016, com Lisette Lagnado).

Artistas pesquisadores: Rafael Vilarouca e Paulo Victor.

//2015

Degenero

Artistas pesquisadores:

  • Luiz Henrique Viudez Diniz
  • Ana Claudia Souza Araujo

Resumo: O artista pretende aprofundar uma pesquisa anterior sua, sobre gênero, corpo, sexualidade e religião. Dessa forma, busca através de um processo de visualidade, um maior entendimento do conflito entre sexualidade e espiritualidade. Estes são temas que já fazem parte de seu repertório, desde sua participação no grupo Acidum. Essa pesquisa abordará também a construção de uma mitologia, assimilando narrativas e símbolos que evidenciem a sexualidade, do corpo e do gênero como base para seus ensinamentos e doutrinas.

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Notas para um Atravessamento Cartográfico

Artistas pesquisadores:

  • Haroldo Bezerra Saboia Filho
  • Wanessa Sousa Malta

Resumo: A partir da palavra como dispositivo para realizar uma travessia, o projeto consiste em uma viagem por cinco lugares localizados no Ceará, intitulados: Deserto, Ventura, Solidão, Miragem, Passagem. E assim construir uma cartografia dos atravessamentos entre palavras, lugares e pessoas, compondo assim uma pesquisa visual sobre percursos, palavras e travessias.

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Feira

Artistas pesquisadores:

  • Ivana Maria Rios de Amorim
  • Flora Paim Duarte

Resumo: O projeto consiste em uma investigação artística a partir das atividades da feira da Rua José Avelino que ocorre no centro da cidade de Fortaleza/CE. As artistas pretendem imergir na ambiência particular da feira em busca de manifestações de como esta transforma e se apropria temporariamente do espaço urbano, evidenciando as tensões intrínsecas à sua ordem. Propomos a variação do olhar, a aproximação do ponto de vista da informalidade, de modo que nos interessam, sobretudo, as práticas cotidianas e estratégias espaciais criadas pelos feirantes para a constituição do lugar. A proposta passa pelo processo de reconhecimento dos dissensos inerentes à cidade e das possibilidades estéticas desses espaços populares e informais como resistência à homogeneização e esterilização da experiência urbana. Tais aspectos serão colocados em diálogo e conflito por meio do desenvolvimento de intervenções, vídeos e instalações.

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Corpo Móvel

Artistas pesquisadores:

  • Sabyne Cavalcanti Leitão
  • Wilma Farias Gois

Resumo: Corpo Móvel é uma pesquisa artística cujo objeto central de investigação é o mobiliário que a artista Sabyne Cavalcanti mantém em casa. A maior parte dele é herança da família. São móveis provenientes da casa da mãe, da escola onde estudou durante a infância e mais alguns de antiquários de cidades por onde passou. Tais objetos terão seus significados tensionados durante o processo de pesquisa até o limite de suas funções.

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//2014

A Rezadeira Vândala (o evangelho)

Artistas pesquisadores:

Juliana Ferreira Pinto

Alexandre Ruoso

Resumo: O projeto A Rezadeira Vândala, iniciou em janeiro desse ano. A performance consiste na construção de uma dramaturgia no cotidiano a partir da criação e apresentação da personagem Rezadeira Vândala, no cenário que percorre 9 praças do centro da cidade de Fortaleza (acompanhe em julianacapibaribe.com.br). Considera-se a etimologia da palavra ‘drama’, e seu significado ‘ação’ nessa criação performática. O desejo nesse projeto é a criação de uma instalação associada a dramaturgia.

A rezadeira vandala - Daniela Labra (Tutora)TUTORA: Daniela Labra Daniela Labra é curadora e crítica de arte, doutora em História e Crítica da Arte pela PPGAV EBA/UFRJ e Pós Doutorado em Comunicação e Arte pela ECO/UFRJ. Desenvolve projetos de curadoria, escrita crítica e pesquisa na área de Artes Visuais, com ênfase na produção contemporânea, atuando principalmente nos temas: arte brasileira contemporânea, sistema da arte global, arte e política e performance arte. Como livre docente, desde 2004 apresenta palestras, organiza seminários, workshops, cursos e grupos de estudos sobre Arte Contemporânea. Atualmente é articulista de artes plásticas no Jornal O Globo.

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Xique-Xique

Artistas pesquisadores:

Euzébio Zloccowick

Viviane Stephanie Tavares Rocha

Resumo: O projeto propõe uma catalogação de espinhos de xique-xique. Através de um vídeo será apresentada uma colheita (sertão de Quixadá) apresentando o cenário real, colocando o espectador diante da paisagem distante e “perigosa”. No ano de 2015 será comemorado o centenário do livro “O Quinze” de Rachel de Queiroz; quero prestar essa homenagem a literatura cearense, em especial, a esta escritora tão importante para nossa literatura.

xique-xique - Cris Tejo (Tutora)TUTORA: Cristiana Tejo Cristiana Tejo é curadora independente, doutoranda em Sociologia (UFPE) e co-fundadora do Espaço Fonte – Centro de Investigação em Arte. É curadora do Projeto Made in Mirrors, que envolve intercâmbio entre artistas do Brasil, China, Egito e Holanda. Foi coordenadora-geral de Capacitação e Difusão Científico Cultural da Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco (janeiro de 2009 – outubro de 2011) e co-curadora do 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP (2011), juntamente com Cauê Alves. Foi Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007- 2008), curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006), Curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006), curadora visitante da Torre Malakoff (2003 – 2006) e curadora do 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2004-2005). Foi curadora da Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana (Cuba, 2009), co-curou Brazilian Summer Show – Art & the City (Museu Het Domein, Holanda, 2009) juntamente com Roel Arkenstein, Futuro do Presente (Itaú Cultural, 2007) com Agnaldo Farias e Art doesn ́t deliver us from anything at all (ACC Galerie, Weimar, 2006) juntamente com Clio Bugel, Charlote Siedel, Paz Aburto e Frank Motz. Participou de diversas comissões de seleção e de premiação, entre elas: Bonnefanten Contemporary Art Prize 2014 (Maastricht, Holanda), Videobrasil 2013, Solo Projects – Focus Latin America (ARCO, Madri, 2013), Rumos Artes Visuais da Argentina (como júri internacional, em Buenos Aires, Argentina, 2011), Salão de Goiás, Salão Arte Pará e do Programa BNB Cultural, entre outras. Publicou Paulo Bruscky – Arte em todos os sentidos (2009) e Panorama do Pensamento Emergente (2011). Vive e trabalha no Recife.

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Cava

Artistas pesquisadores:

Adriele Magalhães Nunes Freitas

Juliane Peixoto Medeiros

Resumo: Trata-se de uma investigação artística, a partir das atividades de uma exploração mineira, em especial sobre o processo de extração da brita. A proposta é registrar na paisagem uma investigação do rasgo, a partir de suas fissuras “naturais” e através dos desenhos gerados nas diferentes atividades de uma mineradora. Aproximar-se da paisagem com a disposição de questionar seus processos de criação e colocá-los em diálogos no desenvolvimento de fotografias e performances em vídeo.

Cava - Yuri Firmeza (Tutor)TUTOR: Yuri Firmeza Yuri Firmeza é prof. do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará/UFC. Mestre em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo/USP – financiado por bolsa de pesquisa FAPESP. Realizou exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior, dentre elas: 31ª Bienal de São Paulo; Through the surface of the pages – Boston/EUA; 33º Panorama da Arte Brasileira – MAM – SP; Amor e Ódio à Lygia Clark,Zacheta National Gallery of Art, Varsóvia/Polônia O que exatamente vocês fazem, quando fazem ou esperam fazer curadoria? – CCBNB – Fortaleza/CE. Participou do programa Rumos Itaú Cultural, da residência Arte In Loco, em Buenos Aires, da Bolsa Pampulha e do prêmio Marcantonio Vilaça.Publicou os livros Relações, Ecdise e Souzousareta Geijutsuka, de sua obra homônima.

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Deambulando

Artistas pesquisadores:

José Alves Pimenta Júnior

Ana Cecília Araújo Soares de Souza

Resumo: O projeto consiste em dar continuidade a uma pesquisa sobre o ato de caminhar. A partir de rituais cotidianos, pensar a relação do corpo e mundo, a experiência na vida como ato performativo.

SONY DSCTUTORA: Marisa Flórido Cesar É Pesquisadora, crítica de arte e curadora independente. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais pela Escola de Belas-Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na área de concentração de história e crítica de arte. Possui livros e textos publicados sobre artes visuais em livros, revistas de arte, catálogos e periódicos no Brasil e no exterior, entre os quais: “Nós, o outro, o distante na arte contemporânea brasileira” [ Circuito, 2014]; “Ana Vitória Mussi” [organização e texto; Apicuri, 2013]; “Nelson Felix / Concerto para encanto e anel”, 2011 (texto); “Este nós precário e incerto” in: Humanidades/Revista da UNB 2010; “A ambivalência da imagem” in: Poiesis 13/ Revista do Programa de Pós-graduação em Ciência da Arte – UFF, ano 10-Agosto de 2009; “La piel del mundo” In: Arte Sur, 2009; “Humanidades por venir” in: Arte Cubano, 2009; “Como se existisse a humanidade” in Arte & Ensaio – Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais EBA / UFRJ [Rio de Janeiro: EBA/UFRJ, 2007]; “Fronteiras móveis”, in: Crítica de Arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas [org Glória Ferreira. RJ: Funarte, 2006.]; Insite 05: interventions, scenarios [Centro Cultural Tijuana/ San Diego Museum of Art, 2006]. Como curadora independente, entre outras exposições: “Transperformance 2 / Inventário dos gestos” [Oi Futuro Flamengo RJ, 2012] ; “Bang” -Ana Vitória Mussi [Oi Futuro Flamengo RJ, 2012] ; “Sonia Andrade: Retrospectiva 1974-93” [Centro de Arte Hélio Oiticica, RJ, 2011]; “Arquivo Geral” 2010 [co-curadoria com Beatriz Lemos – Centro de Arte Hélio Oiticica e Centro de Design Carioca]; Décima Bienal Habana – Integración y resistencia en la era global [como curadora consultante – Havana, Cuba, 2009]; exposições “Arte e Música” [Caixa Cultural, DF, SP e RJ 2008]; Programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2001/2003 , exposição “Sobre(A)ssaltos” , [BH-2002]; membro do Conselho curatorial do Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho, Castelinho do Flamengo[RJ, entre 2003 e 2004]. Foi crítica de arte no jornal O Globo (entre 2010 e 2013), tendo atuado também como crítica no Jornal do Brasil (entre novembro de 2004 e março de 2005) e na Revista Isto é. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, onde nasceu.

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Frontispício

Artistas pesquisadores:

Flávia Bezerra Memória

Luciana Barbosa Rodrigues

Resumo: Se as platibandas assinalavam uma feição monumental, hoje a fusão das formas geométricas e suas cores sugerem não mais que uma força de exceção que captura e seduz. Nossa proposta pretende pensar essa atenção cotidiana do olhar caminhante, que percorre afetivamente transformações que perpassam a cidade. Através de uma técnica de montagem chamada chroma key pretendemos simular esse modo de habitar a cidade a partir de uma implicação afetiva com o que permanece/queremos que permaneça.

Frontispício - Josué Mattos (Tutor)TUTOR: Josué Mattos atua como curador independente e historiador da arte. Graduou-se em História da Arte e Arqueologia pela Université Paris X Nanterre, onde obteve o título de mestre em História da Arte Contemporânea, em 2009. No mesmo ano concluiu o Master2 em Práticas curatoriais na Université Paris I Panthéon-Sorbonne. Assumiu em março de 2013 a concepção e a curadoria da primeira edição de Frestas – Trienal de Artes (Sorocaba, SP, 2014-2015). Entre os principais projetos de exposição, debates e ateliê de pesquisa em poéticas visuais que realizou estão: Ateliê de Pesquisa em Poéticas Visuais (Ribeirão Preto, desde 2010 / Joinville, 2011-2012 / São Paulo, 2012-2013, Sorocaba, 2013-2014); Por aqui, formas tornaram-se atitudes (exposição e debates: Sesc Vila Mariana, São Paulo, 2010); 12º e 13 Salão Nacional de Artes de Itajaí (exposição, debates, edição de catálogos: Fundação Cultural de Itajaí, 2010 e 2013); É crédito ou débito? (exposição e debates, Sesc Pompéia, São Paulo, 2011 e Circuito Sesc de Artes – realizado em 96 cidades do Estado de São Paulo, 2012); Como o tempo passa quando a gente se diverte (exposição, Casa Triângulo, São Paulo, 2011); Boîte Invaliden (co-curadoria com Paulo Reis. Invaliden Gallery, Berlim, 2012); Eu fui o que tu és e tu serás o que eu sou (exposição, Paço das Artes, São Paulo, 2012); AMOR FATI – Albano Afonso (exposição e debate, MARP, Ribeirão Preto, 2014). É editor da Revista Binômios e curador editorial do 3C – Centro de Criação Contemporânea, contemplado com o prêmio da 10ª Rede Nacional Funarte de Artes Visuais. Em função do prêmio, Josué Mattos organizou em parceria com o Museu de Arte de Ribeirão Preto, encontros abertos para a edição da quarta edição da Revista Binômios. Prepara para abril de 2015 o simpósio internacional O inexistente é insistência e a exposição Há travessias difíceis que reagrupará um conjunto significativo de obras da artista Sandra Cinto (Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, 2015). Integra o corpo de críticos de arte do Paço das Artes desde 2011 e colabora, enquanto curador e pesquisador, com o Prêmio CNI-Sesi Marcantônio Vilaça (Brasília, 2011-2012 e 2014-2015).

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O Ateliê do Artista

Artistas pesquisadores:
Marcelo Gil Ikeda
 Clara Oliveira Silva Campos

Resumo: O projeto prossegue as experimentações audiovisuais do artista Marcelo Ikeda em torno da questão da autorepresentação no ambiente da casa, e as relações entre criação e vida. O ateliê do artista é sua própria casa, é ele mesmo. Não se trata de desenvolver relações autobiográficas ou de vasculhar a intimidade do autor numa perspectiva subjetivista, mas sim uma investigação de um jogo de representações, entre o artista e a casa, entre ele e o personagem de si mesmo. Viver é criar, criar é viver.

Atelie do Artista - Ana Maria Maia (Tutora)Tutora: Ana Maria Maia Fundadora do Portal Dois Pontos – Arte Contemporânea em Pernambuco. Curadora adjunta do 33º Panorama de Arte Brasileira do MAM-SP e professora de história da arte da Escola São Paulo. Jornalista (UFPE, 2008) e mestre em história da arte (Faculdade Santa Marcelina, 2011). Foi curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2011-2012) e do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake (2011-2013), além de assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2009 – 2010).

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//2013

Lar É Onde Ele Está

RESUMO: O projeto “Lar é onde ele está” surgiu a partir de observações diárias de caminhoneiros e famílias que instalam pequenas moradias em suas carretas ao chegarem ao depósito do Pão de Açúcar, em Caucaia, para fazer entrega de produtos. Ao abrirem a caixa de cozinha na parte lateral da carroceria do transporte, um pequeno lar se apresenta. Adaptados àquelas condições nômades, com utensílios de cozinha, cereais, fogão de duas bocas, torneira com água, fotografias de outros parentes, espelhos, rádios, entre outros, eles acabam por abrir as portas de suas casas que rapidamente se integram à paisagem que os recebe. O projeto se desenvolverá por meio de um processo de imersão no cotidiano dos caminhoneiros e suas famílias, investigando poeticamente seus aspectos pessoais e sociais.

marcelocampos - lar

Tutor: Marcelo Campos é curador e crítico de arte. Professor adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte, do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Doutor em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (Escola de Belas Artes/UFRJ). Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos e catálogos nacionais e internacionais. Curador das exposições “Faustus”, de José Rufino (Palácio da Aclamação, Salvador, 2009); “E agora toda terra é barro”, de Brígida Baltar (CCBNB, Cariri e Fortaleza, 2008/2009); “Sertão contemporâneo” (Caixa Cultural Rio de Janeiro e Salvador, 2008/2009).

 

 

Artistas pesquisadores:

Diego de Santos

Natália Viana

Emanuel Oliveira

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A Casa Enquanto Vida

 RESUMO: O projeto “A casa enquanto vida” têm como cenário o site specific Casa Intervenção, da artista Claudia Sampaio. Esse é um local de criação, de experimentações estéticas, pesquisa e produção. Suas paredes são suporte para uma poética permeada pelo instante, mas também pelo tempo passado, vazio e silencioso. Neste ínterim, a artista busca estender sua pesquisa ao que vai além daquilo que é “macro” na casa, a partir de uma sobreposição entre arte e ciência a fim de acessar o ecossistema microbiano que simbioticamente habita as paredes, o piso e as intervenções.

marcioharum - a casa
Tutor: Marcio Harum cursou Linguística, na Universidade de São Paulo, e História da Arte, na Hogeschool van Amsterdam (Holanda). É curador de artes visuais do Centro Cultural São Paulo (CCSP). Em 2006, foi assistente curatorial da 27ª. Bienal de São Paulo. Colaborou com a 10ª Bienal de Havana, em 2009. Atuou, ainda, no Centro Cultural da Espanha, no SESC Pompéia e no Instituto Itaú Cultural, em diversos trabalhos curatoriais. Participou de programas de residência em centros de arte, entre eles “Harder, better, stronger, slower!” (Matadero/ S.M.A.K., 2008) e “Frankfurter Kunstverein” (2007). Em 2013, junto com Paola Santoscoy, foi diretor do SITAC XI (Simpósio Internacional Sobre Arte Contemporânea na Cidade do México). Realizou a mostra de filmes-performance (distruktur) no Paço das Artes e atuou como fellow do Goethe-Institut no departamento de programas públicos da Documenta(13) em Kassel (2012).

 

 

Artistas pesquisadores:

 Claudia Sampaio

Carlosnaik Veras

Davi Felipe Farias

 

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Figuras do comum

RESUMO: O exercício da crítica é uma tarefa de estar junto. O crítico estabelece uma relação de corpo a corpo com as obras e com os artistas. Nosso projeto tem como ponto de partida o experimento da interlocução, a aposta numa atividade crítica que não parte do modelo de separação sujeito e objeto. Esse paradigma não nos parece interessante para mergulhar em um espaço tão potente quanto o do pensamento, seja aquele operado pela arte, seja o ativado pela crítica. Pensar é fazer relação, implicar-se em uma região de intervalo, aquilo que se abre entre. Nesse espaço intermediário, podemos constituir um comum, aquilo que já deixa de ser uma propriedade de um ou de outro, para se tornar uma impropriedade, que passa a ser de todo mundo. É singular e plural, a um só tempo. Com essa perspectiva que se empenha em abolir dicotomias e formular uma problemática com maiores nuances, queremos sair de lugares marcados, de demarcações territoriais que estabelecem as competências sobre quem fala e quem executa, sobre quem supostamente aprecia e quem iria produzir. Fazemos um movimento junto, nos atiramos no mundo em parceria. Artistas e críticos têm um mesmo desejo, o de tornar sensível, visível e audível uma inquietação com os fatos aparentemente consolidados na experiência do presente. Somos uma geração com desejos e investimos na fabricação de outros possíveis – expansões da crítica que se torna experiência estética, variações da arte que não é feita em separado.

santiagonavarropiratas

Tutor: Santiago García Navarro (Mar Del Plata, 1973) é escritor, pesquisador, docente e crítico de arte e, ocasionalmente, atua como curador. Desde 2008, trabalha em um projeto de ensaio-ficção, edição e produção visual chamado “Invernos de um Balneário”, que já foi parcialmente apresentado em 2010, no Teatro de Arena de São Paulo. Em 2012, Santiago foi curador da exposição “Matías Duville.Safari”, no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA). Escreveu ensaios críticos e/ou ficcionais para publicações monográficas de Mónica Giron, Adrián Villar Rojas, Beto de Volder e Matías Duville, entre outros. Editou livro sobre Pablo Siquier para a editora Adriana Hidalgo. É professor nos Departamentos de Arte e de Arquitetura da Universidad Torcuato Di Tella, Buenos Aires. Atualmente, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

 

 

Artistas pesquisadores:

Lara Vasconcelos

Érico Araújo Lima,

Roberta Felix

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Experiências com Videoarte

RESUMO: Este projeto pretende desenvolver uma intersecção entre a performance e a narrativa cinematográfica e entre o documentário e a ficção. Alguns dos recursos utilizados para estas experiências são o desenvolvimento de roteiros e exercícios de criação de imagens. A produção artística dos autores engendra-se na esfera micropolítica e no limiar entre o público e o privado e tem como assuntos norteadores as questões de gênero, os conflitos entre classes sociais, as relações de poder em geral, as subversões da realidade vigente, as pequenas loucuras do cotidiano. Tendo como tema as questões citadas acima, o grupo pesquisa certas misturas de linguagem para a produção de seus vídeos.
clarissadiniz - marina de botas

Tutora: Clarissa Diniz é crítica de arte, graduada em Licenciatura em Educação Artística/Artes Plásticas, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). É editora da Tatuí, revista de crítica de arte, e gerente de conteúdo do Museu de Arte do Rio (MAR). Publicou os livros “Crachá – aspectos da legitimação artística” (Recife: Massangana, 2008), “Gilberto Freyre” (Rio de Janeiro: Coleção Pensamento Crítico, Funarte, 2010) – em coautoria com Gleyce Heitor –; “Montez Magno” (Recife: Grupo Paés, 2010), em coautoria com Paulo Herkenhoff e Luiz Carlos Monteiro; e “Crítica de Arte em Pernambuco: escritos do século XX” (coautoria com Gleyce Heitor e Paulo Marcondes Soares. Rio de Janeiro: Azougue, 2012). Das curadorias desenvolvidas, destacam-se “Refrações – arte contemporânea em Alagoas” (cocuradoria com Bitu Cassundé. Pinacoteca da UFAL, 2010); “contidonãocontido”, cocuradoria com Maria do Carmo Nino e EducAtivo Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife-PE, 2010), “Contrapensamento selvagem” (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP, 2011) e “Zona tórrida – certa pintura do Nordeste” (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Santander Cultural, Recife, 2012). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo (CCSP).

 

Artistas pesquisadores:

Marina de Botas

Dayse Barreto

Victor Vale de Melo

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