Grupo Iamís Kariri, integrante do Lab Teatro 2019, promove no Crato roda de conversa sobre negritude feminina

Onisajé (Fernanda Júlia) . Foto de Adeloyá Magnoni

A atividade, em parceria com o GRUNEC e o Grupo de Pesquisa NZINGA, acontece no dia 12 de setembro

Na próxima quinta-feira, dia 12 de setembro, o grupo Iamís Kariri, do Laboratório de Teatro 2019 do Porto Iracema das Artes, com o projeto “Negritude feminina na Tribo Kariri”, realiza roda de conversa que tem como proposta debater e problematizar o papel da mulher negra na região do Cariri, evidenciando as potencialidades de ‘corpos ancestrais’ a partir dos estudos do grupo, formado por artistas negras nascidas na região. O acesso é aberto a todas e todos.

A atividade, que contará com a presença da tutora do projeto, Onisajé, acontecerá no Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri (Urca), no Crato, a partir das 14h. A ação acontece em parceria com o Grupo de Valorização Negra do Cariri (GRUNEC) e o Grupo de Pesquisa NZINGA.

Sobre

Projeto “Negritude feminina na Tribo Kariri”

Problematizar o lugar da mulher negra na região do Kariri evidenciando as potencialidades de “corpos ancestrais” é o foco de estudo das pesquisadoras, artistas negras, nascidas nesta região. As histórias da Beata Maria de Araújo (beata do milagre acontecido em Juazeiro), Mestra Margarida (guerreira) e Mestra Edite (dança do coco) são pontos de partida para alimentar o desejo de construir uma dramaturgia “corpo-oral”.

Onisajé (Fernanda Júlia), tutora do projeto “Negritude feminina na Tribo Kariri”

ONISAJÉ (Fernanda Júlia) é Yakekerê (mãe pequena, segunda sacerdotisa do terreiro) no Ilê Axé Oyá L´adê Inan, graduada no Bacharelado em Direção Teatral da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós graduação em Artes Cênicas – PPGAC – UFBA, com a dissertação “Ancestralidade em cena: Candomblé e Teatro na formação de uma encenadora”. Atualmente é doutoranda no mesmo programa, foi professora substituta da Escola de Teatro da UFBA nos cursos de Direção, Interpretação e Licenciatura. Diretora fundadora do Núcleo Afro brasileiro de Teatro de Alagoinhas – NATA. Dramaturga, preparadora de atores, educadora e pesquisadora da cultura africana no Brasil com ênfase nas religiões de matriz africana.

Sobre a Escola
O Porto Iracema das Artes é uma instituição da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, sob gestão do Instituto Dragão do Mar (IDM). Criada em 29 de agosto de 2013, há seis anos desenvolve processos formativos nas áreas de Música, Dança, Artes Visuais, Cinema e Teatro, com a oferta de Cursos Básicos e Técnicos, além de Laboratórios de Criação. Todas as ações oferecidas são gratuitas.

Serviço
O quê: Grupo Iamís Kariri, integrante do Lab Teatro 2019, promove roda de conversa no Crato que discute negritude feminina
Quando: 12 de setemrbo, a partir das 14h
Onde: Centro de Artes da Urca (Av. Padre Cícero, 1348 – São Miguel, Crato)
GRATUITO

Assessoria de Comunicação Porto Iracema das Artes | Glauber Sobral

Publicado em 09/09/2019