Exceder, transgredir, deformar: o grotesco na performance do palhaço

Resumo: A pesquisa trabalhará com elementos da performance, enquanto linguagem, no fazer teatral vinculado ao palhaço e à construção de corpos grotescos, que jamais estão prontos. Um corpo em movimento, entregue aos excessos e em permanente estado de construção, tendo na figura do palhaço o elemento de criação das relações entre a cena e a rua. Este percurso é marcado pela performatividade, devido a dinâmica que a rua proporciona em toda sua dimensão, com corpos que absorvem a rua e são absorvidos por ela.

Tutor: Mário Filho

É um artista multimídia graduado em Artes Cênicas pelo IFCE e Pós-graduando em Animação pelo SENAC-SP. Desenvolve intervenções em espaços públicos mesclando diferentes linguagens como palhaçaria, mimo corpóreo, dança, novas mídias e artes visuais. Desenvolveu trabalhos em parceria com artistas e grupos como Ogiva, Acidum, Coletivo Curto-Circuito, Desvio Coletivo, Marcos Bulhões-USP, Narcelio Grud, Cia Pã, EmFoco, Lume e Antonio Abujanra.

Foi  facilitador da Vivência “Palhaçaria e Mímica”– Centro Cultural Guararema-SP, e facilitador da oficina “Palhaçaria Crítica”, com Melissa Caminha – TJA/CE. Organizou o Seminário “Hotxuá: Uma jornada do riso e da brincadeira”, ganhador do Prêmio Edital das Artes (Teatro) da Secult-CE. Atuou em diversas obras artísticas tais como: Performer criador em LA POCHA NOSTRA, na Mostra de Performances CORPO SUB CORPO, no SESC Santos; ator e diretor em “A carta da terra e o Boi Bumbá” (Teatro de Rua), com o Grupo de Teatro Bioagradável e diretor em “Dois mendigos e um banco sujo” (palhaço/bufão).

Artistas pesquisadores: Alysson Lemos Campos, David Santos Correia, João Victor Ramos Ferreira, Igor Cândido de Lima e Edivaldo Ferrer da Silva Filho, do Grupo As 10 Graças de Palhaçaria.