CORPO VAMPIRO

CORPO VAMPIRO (Ceará)

Roteiristas: Mozart Francisco de Oliveira Freire e Abdiel Anselmo de Sousa

Padre João Maria captura um vampiro, o alimenta e o visita para realizar estranhos experimentos científicos. Com o passar do tempo, os encontros entre eles se convertem em uma jornada alucinada e erótica que mistura sadomasoquismo e o sobrenatural, atrapalhando os resultados dos obscuros experimentos. Davi, o sacristão, descobre o cativeiro da criatura e a liberta. No entanto, o Padre consegue capturá-la novamente para finalizar sua obsessão em um rito de vida e morte entre corpos sedentos.

Tutores do Projeto:

Nina Kopko

Formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina, atua nas áreas de montagem, roteiro e direção. Entre os trabalhos de destaque estão a direção assistente do filme O Silêncio do Céu (dir. Marco Dutra, 2016), a montagem do documentário Operações de Garantia da Lei e da Ordem (Julia Murat, 2017), da 2ª temporada de O Hipnotizador (canal HBO, 2017) e a assistência de direção e colaboração em roteiro do filme Guigo Offline (René Guerra, 2017). Foi supervisora de desenvolvimento da produtora RT Features durante os anos de 2013 e 2015, trabalhando em projetos de Karim Aïnouz, José Eduardo Belmonte, Aly Muritiba, Gabriela Amaral Almeida, entre outros.

Karim Aïnouz

Natural de Fortaleza, é diretor de cinema e artista visual. Realizou, em 2015, o documentário Velázquez ou o Realismo Selvagem que teve sua estreia no Grand Palais em Paris e foi exibido no canal francês ARTE. Seu último longa-metragem, Praia do Futuro, teve estreia mundial em 2014 na Competição Oficial do 64° Festival de Berlim junto de Cathedrals of Culture, filme em 3D produzido por Wim Wenders, que estreou na sessão Panorama do Festival de Berlim (Berlinale). Seu primeiro longa-metragem, Madame Satã, estreou na mostra Un Certain Regard do Festival de Cinema de Cannes em 2002. Seus longas seguintes, O Céu de Suely e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (co-dirigido com Marcelo Gomes) estrearam no Festival de Veneza na Mostra Orizzonti em 2006 e 2009 respectivamente. Em 2008 dirigiu a série de 13 episódios Alice para a HBO Latin America. Em 2011 O Abismo Prateado teve sua estreia mundial em Cannes na Quinzena dos Realizadores e recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival do Rio. Aïnouz é ainda co-roteirista dos filmes Abril Despedaçado de Walter Salles, Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes, e Cidade Baixa, de Sérgio Machado. Em 2018, seu mais recente documentário Aeroporto Central THF teve sua estreia mundial na Mostra Panorama do 68° Festival Internacional de Cinema de Berlim, levando o Prêmio Anistia Internacional. Atualmente, está dirigindo a livre adaptação de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha. Com produção de Rodrigo Teixeira, da RT Features, A Vida Invisível traz as atrizes Carol Duarte e Júlia Stockler como protagonistas desta história.

Sérgio Machado

Natural de Salvador, seus primeiros trabalhos no cinema foram como assistente de direção nos filmes Central do Brasil (1998), O Primeiro Dia (1999) e Abril Despedaçado (2001), todos sob direção de Walter Salles. Foi co-roteirista do longa-metragem Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz, e roteirista da série televisiva Os Pastores da Noite (2002), da Rede Globo de Televisão. Cidade Baixa (2005), seu primeiro longa de ficção, foi vencedor de 30 prêmios no Brasil e exterior, entre eles: o Prêmio da Juventude no Festival de Cannes e os prêmios principais dos Festivais do Rio de Janeiro, de Huelva, Verona e Mons. Dirigiu também o longa metragem de ficção Tudo que Aprendemos Juntos (2015) e o documentário A Luta do Século (2016), ambos premiados em festivais e mostras de cinemas nacionais e internacionais. Atualmente, está trabalhando em parceria com Walter Salles na animação A Arca de Noé, inspirada nos poemas infantis de Vinicius de Moraes, na série de TV Os Irmãos Freitas (2019) em parceria com o Canal Space e numa adaptação para as telas do conto O Adeus do Comandante, do escritor amazonense Milton Hatoum.